Outros Patriarcados


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Constantinopla:

A Igreja de Constantinopla foi fundada pelo apóstolo Santo André e recebeu o primado de honra, logo após a Igreja de Roma, com a transferência da capital do império de Roma para Constantinopla, chamada “a Nova Roma” em 328. Seu Patriarca é o Primaz de honra de todas as Igrejas Ortodoxas.

Site: http://www.patriarchate.org/



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Alexandria:

A Igreja de Alexandria deve sua existência à atividade missionária do apóstolo São Marcos. O Quarto Concílio Ecumênico (451) conferiu ao Bispo de Alexandria o título de Papa e Patriarca, colocando-o logo após Constantinopla na ordem de precedência.

Site: http://www.greekorthodox-alexandria.org



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Damasco:

A Santa Sé Antioquina (de Antioquia da Síria) foi fundada pelos príncipes e “cabeças” dos apóstolos, São Pedro e São Paulo. Ali os discípulos de Jesus foram, pela primeira vez, chamados “cristãos” (Atos dos Apóstolos 11,26). A par a importância histórica, política e cultural da cidade, transformou-se ainda no principal centro difusor e missionário do Cristianismo. O Primeiro Concílio Ecumênico (325) reconheceu o primado do Bispo de Antioquia sobre todos os demais Bispos do Oriente, sendo-lhe dado o título de Patriarca pelo Quarto Concílio (451). Por razões geopolíticas o Patriarcado Antioquino estabeleceu-se em Damasco (Síria) no ano de 1.342, onde permanece até nossos dias (a cidade de Antioquia atualmente pertence à Turquia). Está sob sua jurisdição a quase totalidade dos árabes ortodoxos não só no Oriente, mas igualmente na Europa e Américas.



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Jerusalém:

A Igreja de Jerusalém, Igreja Mãe da Cristandade, teve como seu primeiro Bispo São Tiago, parente (“irmão”) de Jesus, que presidiu o primeiro Concílio ali realizado no ano 49. O 4º Concílio Ecumênico (451) concedeu ao Bispo de Jerusalém o título de Patriarca, reconhecendo-lhe a independência da Igreja Antioquina.

Site: http://www.jerusalem-patriarchate.info/



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Rússia:

O apóstolo Santo André foi o primeiro pregador da Fé Cristã na Rússia. O ano em que o Cristianismo foi oficialmente aceito pelo povo russo é 988, quando o Príncipe Vladimir foi batizado, juntamente com toda a sua côrte*. A Igreja ali se organizou de forma definitiva entre 1.016 e 1.054. O Metropolita de Moscou e toda a Rússia foi distinguido com o título de Patriarca em 1.589, com a confirmação do Santo Sínodo do Patriarcado Ecumênico (Constantinopla) em 1.593, tornando-se o Patriarcado russo definitivamente independente em 1.657. Os dois grandes “apóstolos” e evangelizadores dos eslavos, enviados pelo Patriarcado de Constantinopla àquelas terras, foram os Santos monges Cirilo e Metódio.

Site: http://www.patriarchia.ru



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Geórgia

O soberano da Geórgia, Miriban, converteu-se à Fé Cristã no século IV, através de uma prisioneira síria cristã, Santa Nina, ficando a Igreja da Geórgia sob a jurisdição do Patriarcado de Antioquia. O primeiro Bispo da Geórgia usou o título de “Catholicos”, o que se tornou costume até o atual Patriarca. Até o século XI ficaram os ortodoxos georgianos jurisdicionados a Antioquia, quando, por ter sido a Síria invadida, adquiriram autonomia, o que foi posteriormente reconhecido pelo Patriarcado Antioquino. O Arcebispo georgiano recebeu, então, o título de Catholicos-Patriarca, o que só foi reconhecido pelo Patriarcado Ecumênico em 1.990.

Site: http://www.patriarchate.ge/



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Sérvia:

O Cristianismo chegou à Sérvia em 870, através de missionários enviados pelo Patriarcado Ecumênico. Somente em 1.219 a Arquidiocese de Ibik declarou-se independente, sendo seu Arcebispo elevado à categoria de Patriarca pelo Santo Sínodo da Sérvia, sem o consentimento do Patriarcado Ecumênico. Em 1.831 a Igreja da Sérvia obteve autonomia, com a anuência de Constantinopla, vindo a alcançar independência plena somente em 1.879.

Site: http://www.spc.rs/eng



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Romênia:

Também graças aos esforços de missionários do Patriarcado de Constantinopla foi que o Evangelho se propagou entre os romenos no século IX, ficando, portanto, sob sua jurisdição até 1.885, quando Constantinopla lhe concedeu autonomia, ficando porém sob a égide da Igreja Ortodoxa da Hungria (que por sua vez está atualmente ligada ao Patriarcado de Moscou) até o estabelecimento de seu próprio Patriarcado em 1.925.

Site: http://www.patriarhia.ro/



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Bulgária

Também no século IX o Cristianismo chegou aos búlgaros através do Patriarcado Ecumênico. O rei Bóris da Bulgária fez-se batizar em 864. Seu filho, o rei Simão, declarou a Igreja da Bulgária Patriarcado independente em 927, retornando, contudo, posteriormente ao Patriarcado de Constantinopla. Em 1.860 separou-se novamente de Constantinopla, constituindo-se em Exarcado em 1.872. Em 1.874 o Santo Sínodo do Patriarcado Ecumênico concedeu legitimidade à Igreja da Bulgária e a seu Arcebispo, que foi proclamado Patriarca em 1.953 pela própria Igreja Búlgara. As Igrejas irmãs reconheceram o Patriarcado da Bulgária em 1.961.

Site: http://www.bg-patriarshia.bg/



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Chipre

Levou o Evangelho à ilha de Chipre o apóstolo São Barnabé, estando a Igreja ali existente subordinada ao Patriarcado de Antioquia. O Terceiro Concílio Ecumênico (431) concedeu-lhe autonomia. A independência política de Chipre foi proclamada em 1.960, tendo à frente o Arcebispo Macários, que se tornou também o Presidente da República.

Site: http://www.churchofcyprus.org.cy/



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Grécia

O apóstolo São Paulo levou o Cristianismo à Grécia e fundou sua Igreja. Esta Igreja esteve jurisdicionada ao Patriarcado Ecumênico no início do século VIII, obtendo autonomia em 1.850.

Site: http://www.ecclesia.gr/



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Albânia.

Inicialmente, a Igreja da Albânia era uma diocese do Patriarcado Ecumênico. Declarou-se independente em 1.926, mas somente obteve a autonomia canônica em 1.937. Em 1.945 iniciou-se severa perseguição aos cristãos albaneses pelo regime comunista, sendo a Igreja Ortodoxa da Albânia dissolvida pelo governo em 1.967. A partir de 1.993, com as mudanças políticas no país, a Igreja começou a se reestruturar.

Site: http://www.orthodoxalbania.org/



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Polônia.

Os poloneses estiveram dependentes do Patriarcado Ecumênico até a independência da Polônia. Em 1.922 obtiveram autonomia do Patriarcado Ecumênico, tornando-se a Igreja da Polônia totalmente independente em 1.924. Após a II Guerra Mundial, os ortodoxos poloneses tornaram-se dependentes do Patriarcado de Moscou, obtendo novamente a autocefalia em 1.948.


Praga.

A Igreja da antiga Tchecoslováquia era uma Diocese do Patriarcado Ecumênico, buscando sua independência após a II Guerra, em 1.961, obtendo o reconhecimento de Constantinopla. Em 1.992, após a independência das duas repúblicas, a Igreja, no entanto, continuou sendo uma, sob a autoridade do Arcebispo de Praga.

Site: http://www.pravoslavnacirkev.cz