História do Patriarcado de Antioquia


“Botão de Rosa de Maior Esplendor”; “Diadema do Levante”; “Antioquia, a Soberba”; são títulos conquistados na Antiguidade pela cidade de Antioquia, fundada pelo rei da Síria, Seleuco, no ano 300 a.C.

No ano 65, tornou-se a capital da Síria e foi considerada a terceira cidade do mundo, após Roma e Alexandria. Depois de Jerusalém, a Igreja de Antioquia é a mais antiga; converteu-se no terceiro ano após a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Aconteceu naquele período que, logo após o sacrifício do Santo Mártir Estêvão, em Jerusalém, no ano 37, chegaram à Antioquia, vindos da Ilha de Chipre e da cidade africana de Cairauã, numeroso fiéis que alcançaram imediatamente enorme êxito nas suas pregações evangélicas. Tomando conhecimento do progresso e da dedicação sacerdotal desses fiéis, a Igreja de Jerusalém enviou-lhes o eminente sábio Barnabé, a quem se juntou imensa multidão no seu itinerário.

Sentindo-se encorajado pelas multidões, Barnabé dirigiu-se à cidade de Tartus, de onde levou Saulo (São Paulo) à Antioquia, cidade na qual o célebre Apóstolo dos Gentios iniciou sua gloriosa pregação evangélica. Logo, a Igreja de Antioquia tornou-se celebridade no mundo. Nela, foi dada à Igreja a denominação “cristã” e os fiéis chamados “cristãos”, pela primeira vez.

De Antioquia, saíram os missionários e caminharam por todas as estradas do Oriente, pregando em toda parte, os Santos Evangelhos, conquistando, assim, para a Igreja Antioquiense direitos legais e tradicionais sobre todas as novas Igrejas daquelas regiões. Em virtude desses fatos, o Bispo de Antioquia teve sempre precedência sobre todos os demais bispos do Oriente, nos primeiros séculos do cristianismo. Nos Concílios locais de Ancara, em 315 e Cesaréia, em 316, o Bispo de Antioquia presidiu os trabalhos.

As nobres tradições da Igreja confirmam que os Santos Apóstolos Barnabé e Paulo fundaram a Igreja de Antioquia no ano 42 aproximadamente, e que São Pedro foi eleito seu primeiro Bispo, tendo permanecido na sua direção durante oito anos, de 45 a 53, após o que, partiu para Roma, onde pregou os Evangelhos e fundou a Igreja do Ocidente. Naquele período da História, Antioquia contava mais de setecentos mil habitantes. No ano 325, reuniu-se o Primeiro Concílio Ecumênico e conferiu à Igreja Antioquiense a procedência sobre os bispados do Oriente. O segundo Concílio Ecumênico, reunido no ano 381, confirmou as deliberações do Primeiro Concílio. O Concílio Ecumênico, do ano 431, proclamou a independência da Igreja de Chipre e sua desagregação da Igreja de Antioquia. O Quarto Concílio, do ano 451, concedeu o título de Patriarca de Antioquia.

As contingências políticas e as heresias religiosas contribuíram para a desagregação de várias regiões da Igreja Antioquiense assim como para a criação de Patriarcados próprios. Entre os territórios que se separaram, contam-se as seguintes Igrejas:

A Igreja Caldéia da Pérsia que adotou a heresia de Nestório, foi excomungada no ano 431 e se separou de Antioquia no ano 498. A Igreja Serianita Jacobina, que seguiu Jacob, bispo de Edessa, admitiu o monofisismo, isto é, uma só natureza em Jesus Cristo. Foi excomungada no ano 451 pelo quarto Concílio Ecumênico e separou-se no ano 513. Os seguidores da heresia do Monotelitismo, ou uma só vontade em Jesus Cristo. Foram excomungados no ano 680 pelo sexto Concílio Ecumênico. Também, os Maronitas separaram-se do Patriarcado Antioquiense e elegeram, no ano 685, seu Primeiro Patriarca, São João Maron.

Em 1050, a Igreja Caucasiana desligou-se da Antioquiense e se declarou independente, mantendo-se, todavia, a leal Ortodoxia.

Depois, foi a guerra das Cruzadas. Invadiram a cidade de Antioquia no dia 29 de Junho de 1098, festa dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, após um cerco de sete meses, durante os quais cometeram toda espécie de pirataria, violações, violentações, opressões, saques e banditismo contra seus irmãos ortodoxos, o que enrubeceu as próprias pedras. Tudo isso, porque não conseguiram assaltar as cidades de Homs, Hama, Alepo, Damasco, Baalbeque e a região de Beca. Ficaram satisfeitos, porém, com a imposição dos tributos.

Após a ocupação de Antioquia, depuseram seu legítimo Patriarca, João no seu Lugar, impuseram um patriarca chamado Bernardo. Também, depuseram os bispos e designaram prelados latinos para substituí-los. No tempo das Cruzadas, os Patriarcas legitimamente eleitos foram obrigados a residir em Constantinopla, mantendo-se em desacordo com os patriarcas latinos, opressores e ilegítimos, cujos números atingiu a uma dezena durante os cem anos da ocupação. Em 1268, os árabes reconquistaram Antioquia e expulsaram os Cruzados. Naquele tempo, a cidade foi devastada pelas guerras e pelos terremotos, e os patriarcas latinos abandonaram-na e fixaram residência na cidade de Aca. De lá, fugiram para a Europa e desapareceu para sempre o seu patriarcado, permanecendo, apenas, como título honorífico.

Todavia, os cruzados deixaram após a sua fuga, amplas relações comerciais e econômicas entre o Oriente e o Ocidente, afora as organizações religiosas católicas romanas que, apesar das suas inúmeras ordens e categorias, nenhuma influência tiveram, a não ser a confirmação da manutenção dos maronitas sob o domínio do Papa de Roma, depois do ajustamento da forma de sua crença de acordo com o catolicismo, em 1183. O primeiro patriarca maronita a declarar sua submissão à Sé de Roma foi Jerusalém, o Amchitano. E assim se constituiu o primeiro elemento papal organizado dentro da circunscrição do Patriarcado Antioquiense.

Posteriormente, sobrevieram os mameluques e os seleucidas que se celebrizaram pela opressão, iniqüidade, vindita e perversidade.

Os patriarcas residiram sempre em Antioquia até fins do século XIII, quando foram forçados a se retirarem, definitivamente, após haver a cidade sido demolida totalmente pelos terremotos. Por esse motivo, cinco Patriarcas tiveram que se transportar de um para outro lugar da Ásia Menor, durante meio século.

Decidiu-se, após esses acontecimentos transferir a Sé Patriarcal para a cidade de Damasco, e consagrar o seu, bispo, Joaquim, o 58º sucessor do Apóstolo Ananias (1º Bispo de Damasco), Patriarca Antioquiense. Depois de um curto período, faleceu Joaquim e foi sagrado seu sucessor o Patriarca Inácio II, em 1342, o primeiro a residir em Damasco, onde foi construído a Sé Patriarcal, mantida até nossos dias.

Esse acontecimento histórico consagrou para sempre a vinculação do encadeamento da sucessão dos bispos de Damasco com a cronologia dos Patriarcas de Antioquia e de todo o Oriente. Com a queda de Constantinopla, sob o poder do Sultão otomano Mohamad II, o Conquistador, em 1453, o terror se apoderou dos cristãos da Sé Antioquiense (90% ortodoxos e 10% monofisistas), notadamente nos lugares isolados ou afastados das cidades. Assim, permaneceu a situação até a conquista do país pelos Otomanos em 1517, quando foram ocupados a Síria, o Líbano, a Palestina e o Egito pelos exércitos do sultão Salim, que não se obteve de selvageria e barbarismo estarrecedores. Naquele século, apareceu a vangurada das missões religiosas papais sob o pretexto de educar os cristãos e liberta-los das garras da inépcia e da ignorância.

O número sempre crescente de estudantes, à custa do Vaticano, entre ortodoxos, católicos e outros, contribuiu, para o maior incentivo à aquisição das ciências entre os ortodoxos. Foi assim, pois que os bispos e os patriarcas se consagraram ao trabalho, percorrendo o país, e viajando para o exterior, a fim de angariar contribuições e auxiliar o povo a restaurar igrejas destruídas e fundar escolas. Concomitantemente, o Patriarcado dedicou-se à reorganização interna de sua administração. As vultosas obrigações acumuladas durante anos induziram o celebre Patriarca Macário, filho do Azzaím, a empreender longa excursão, em 1648, à Romênia, Rússia, e aos Bálcãs, países essencialmente ortodoxos, para obter subsídios e contribuições; ao regressar havia conseguido somas necessárias para saldar todos os compromissos e iniciar as reformas. Sucedeu que, durante a excursão do Patriarca, prolongada durante alguns anos, as missões papais aproveitaram o ensejo e prevaleceram-se da necessidade do povo e de sua aspiração a instruir-se, aprendendo ciências modernas, para se introduzirem nos lares ortodoxos de Alepo e Damasco, como homens de bem e de ciência e, ao mesmo tempo, explorar a simplicidade do povo para doutriná-lo com seus ensinamentos opostos à Ortodoxia, incitando-o à união com o Papa de Roma, demonstrando o maior desrespeito, enquanto aos chefes e pessoas de destaque, também, iludidos, manifestavam toda benevolência e desmedidas homenagens. Ao crepúsculo do século XVII e princípios do século XVIII, já era respeitável o número dos que simpatizavam com os ensinamentos papais, momente em consequência da propagação das missões e das ordens monásticas. Foi este fato que ajudou o aparecimento do catolicismo romano na Igreja Ortodoxa Antioquiense. Desde aquele período, começaram a surgir desavenças e divergências nas fileiras da Ortodoxia, mais evidenciadas durante as eleições para o trono patriarcal.

Depois da morte do Patriarca Macário, em 1684, foi eleito para sucede-lo, seu neto Quirilos. Depois, assumiu o Patriarcado Neófitos, em 1688, seguindo-o Atanásio Dapás, o Dasceno, em 1720, sendo ele o último patriarca árabe, falecido em 1724.

Naquele tempo, impressionados pelo falecimento do Patriarca Atanásio, o clero e o povo, fiéis aos ensinamentos da Ortodoxia, decidiram que o melhor recurso para enfrentar a tormenta era a eleição de um Patriarca de nacionalidade grega, escolhido entre os membros da Sé Constantinopolitana, sobretudo porque os alvarás (faramãs), outorgados pelos sultões aos patriarcas e bispos de El Fanar, asseguravam-lhes direitos e privilégios que superavam os concedidos aos chefes de outros patriarcados. Deste modo, solicitaram tal eleição à Sé de Constantinopla e, imediatamente, assumiu a Sé de Damasco, o Patriarca Legal Silvestre, grego de origem. Enquanto isso, o grupo dirigido pelos agentes do Papa, pediu ajuda ao Vaticano, que lhes nomeou um cidadão de nome Serafim Tanas, sobrinho de um bispo partidário de Roma, intitulando-o Quirilos. Assim se consumou a separação dos rumos católicos do seio maternal da Igreja Antioquiense Apostólica Ortodoxa, em 1724.

Esses acontecimentos impeliram a Igreja Antioquiense a ter como chefes, durante os séculos XVIII e XIX, patriarcas gregos, vindos, inicialmente, da Sé Ecumênica, em número de seis e, três, do Patriarcado de Jerusalém.

De 1724 a 1898, assumiram a Sé Antioquiense, sucessivamente, nove patriarcas gregos, sendo o último deles o Patriarca Espiridião que renunciou e regressou a seu país em 1898. para suceder-lhe foi eleito o Patriarca Malátios El Dumani, em 1899, e era o primeiro patriarca árabe após os verdadeiros gregos.

O novo Patriarca iniciou sua administração com a eleição de bispos nacionais para o preenchimento das Dioceses vagas. Evidentemente, encetou a reorganização interna e reabriu o estabelecimento clerical de El Balamand, nas proximidades de Trípoli, Líbano, tendo conseguido em poucos anos encaminhar uma delegação de estudantes para completarem seus cursos de Teologia na Universidade Khalequi, e em Atenas e na Rússia. Também, a Rússia dos Czares destinou um auxilio anual que o Patriarcado distribuía às Dioceses necessitadas. Esse auxílio era para ressarcir os rendimentos das propriedades do Patriarcado Antioquiense situados na Bessarábia. Em 1915, foi abolido. Para suceder ao Patriarca Malátios, falecido em 1906, foi eleito Monsenhor Gregórios Haddad, Arcebispo de Trípoli. Em 1913, o governo imperial da Rússia convidou o Patriarca Gregórios para presidir as cerimônias religiosas em comemoração ao III Centenário do Império dos Romanoff. Sua Beatitude aceitou o convite e se dirigiu a Petersburgo, a Capital, a bordo de um cruzador russo no qual embarcou em Beirute acompanhado por numerosa comitiva. Durante a excursão, sua Beatitude recebeu homenagens especiais e insígnias reverenciais.

Sucedeu, depois, a era do Mandato Francês na Síria e Líbano em 1918. Como é do conhecimento público, intermináveis discordâncias afastaram das autoridades francesas o Grande Patriarca Antioquiense, Gregórios IV, cidadão e prelado notável pelos seus ideais árabes de Liberdade e Independência, opostos ao Mandato Francês. Não obstante, as Forças Mandatárias compeliram-no, após residir no Líbano durante dois anos (1921/1922), a subscrever um telegrama dirigido à Sociedade das Nações, de apoio ao Mandato Francês na Síria e no Líbano. Em 1928, enquanto se realizava no Líbano o Santo Sínodo, faleceu o Grande Patriarca. Naquela conjuntura, mãos criminosas foram meneadas para corroer os laços que unem a Ortodoxia e houve, ao mesmo tempo, dois patriarcas no ano de 1931; Monsenhor Alexandros Tahan, Arcebispo de Trípoli, eleito na Sé Patriarcal de Damasco, e Monsenhor Arsênio, Arcebispo de Lataquié, eleito no Mosteiro de São Jeorgios, em Homeira, distrito de El Hosn e que residiu em Lataquié. Este último Patriarca faleceu em 1933, ficando o Patriarca Alexandros Tahan no trono da Sé de Damasco até o verão de 1958, quando faleceu. Para seu sucessor, foi eleito Monsenhor Teodosios, Arcebispo de Trípoli, com Título de Teodosios VI. Em 1970 o Patriarca Teodosios faleceu em Beirute – Líbano e, no mesmo ano o Santo Sínodo eleito Monsenhor Elias Mouaod, Arcebispo do Alepo, com Titulo de Elias IV. Em 1979 faleceu o Patriarca Elias em Damasco – Síria. No dia 2 de julho 1979 foi eleito Monsenhor Inácio Hazim, Arcebispo da Arquidiocese de Lataquié pelo Santo Sínodo como Patriarca de Antioquia e de todo o Oriente. Com Título de Inácio IV.

Atualmente preside o Conselho das Igrejas do Oriente Médio, tendo assistido à reunião do Congresso Islâmico Internacional, em “Attaiff” (Arábia Saudita), atendendo a especial convite do soberano daquele País, na condição de único representante. Fez visitas a várias Igrejas Ortodoxas, como as de Constantinopla, Grécia, Chipre, Rússia, Romênia e Bulgária. Sua Beatitude Inácio IV domina três idiomas: o árabe, o francês, e o inglês; tendo algum conhecimento dos idiomas grego e russo.

Seu título religioso oficial – Eminentíssimo e Santíssimo Pai, Patriarca de Antioquia, a grande cidade de Deus, da Síria, Líbano, Arábia, Cilícia, Mesopotâmia, e todo o Oriente. Pai dos pais, pastor dos pastores, mestre dos mestres, décimo terceiro dos Santos Apóstolos; Nosso Pai e Supremo Pastor. Para muitos anos de vida, senhor.

Instituto Clerical Patriarcal de El Balamande – Sede: Mosteiro Patriarcal de Nossa Senhora de El Balamande

Mosteiros Patriarcal – Cinco

  • Na Síria – Nossa Senhora de Saidanáia, Santa Tecla em Malula, São Jeorges de El Homeira – El Hosn.
  • No Líbano – Nossa Senhora de El Balamande, Profeta Elias Chuaia – Dohur El Chuair.

Mosteiros das Dioceses

  • Na Síria e Líbano – quinze. Antoxo Patriarcal
  • Fundado em Moscou, em 1848. Dioceses da Sé Antioquiense – vinte

Na Síria – Seis

  • Damasco, Antioquia e suas circunscrições – é a diocese especial do Patriarca.
  • Homs e sua circunscrição.
  • Hama e sua circunscrição.
  • Alepo, Alexandreta e sua circunscrição.
  • Bosra, Horan, Monte da Arábia e sua circunscrição.
  • Lattakia e sua circunscrição.

No Líbano – Seis

  • Beirute e sua circunscrição.
  • Trípoli, Coura e sua circunscrição.
  • Acar e sua circunscrição. Tem três bispos auxiliares para Tartous, Safita, Marmarita.
  • Monte Líbano e sua circunscrição.
  • Zahle, Baalbeque e sua circunscrição.
  • Sidom e Tiro e sua circunscrição.

No Iraque e Golfo Árabe – Uma

  • Bagdad e sua circunscrição.

Na Europa – Uma

  • Paris e sua circunscrição. Tem três bispos auxiliares para Paris, Londres, Berlin.

Na América – Seis

  • Nova Yorque e sua circunscrição (EUA do norte).
  • São Paulo e sua circunscrição (Brasil).
  • América Central e sua circunscrição (México e Venezuela).
  • Buenos Aires e sua circunscrição (Argentina).
  • Santiago e sua circunscrição (Chile).
  • Vicariato Patriarcal Rio de Janeiro (Brasil).

Na Austrália – Uma

  • Sidney e sua circunscrição.

Primórdios da Antioquia Apostólica (Sucessão Ortodoxa)

  • 45-53 Episcopado de Apóstolo Peter, em Antioquia.
  • 53 Episcopado de Eudoius, em Antioquia.
  • 68 Episcopado de S. Ignatios (d. 107), em Antioquia.
  • 100 Episcopado de Heros, em Antioquia.
  • 127 Episcopado de Comelius, em Antioquia.
  • 151 Episcopado de Heros II, em Antioquia.
  • 169 Episcopado de Theophilus (d. 181-182), em Antioquia.
  • 188 Episcopado de Maximainus (d. 190-191), em Antioquia.
  • 191 – 212 Episcopado de Serapion, em Antioquia.
  • 212 -218 Episcopado de Aslipiades, em Antioquia.
  • 218 – 231 Episcopado de Philetus, em Antioquia.
  • 232 Episcopado de Zenobius, em Antioquia.
  • 240 Episcopado de S. Babylas, em Antioquia.
  • 253 Episcopado de Faius, em Antioquia.
  • 256 Episcopado de Demetrian, em Antioquia.
  • 263 Episcopado de Amphilochius, em Antioquia.
  • 267 Episcopado de Paulo de Samosata, em Antioquia.
  • 270 Episcopado de Dmonus, em Antioquia.
  • 273 Episcopado de Timaeus, em Antioquia.
  • 277 Episcopado de Cyril, em Antioquia.
  • 299 Episcopado de Tyrannion, em Antioquia.
  • 308 Episcopado de Vitalius, em Antioquia.
  • 314 Episcopado de Philogonius, em Antioquia.
  • 324 Episcopado de Paulinus, em Antioquia.
  • 325 Episcopado de Eustathius, em Antioquia.
  • 332 Episcopado de Paulinus, em Antioquia.
  • 332 Episcopado de Eulalius (5 meses), em Antioquia.
  • 233 Episcopado de Euphronius, em Antioquia.
  • 334 Episcopado de Placentius, em Antioquia.
  • 341 Episcopado de Stephanus, em Antioquia.
  • 345 Episcopado de Leontius, em Antioquia.
  • 250 Episcopado de Eudoxius, em Antioquia.
  • 354 Episcopado de Meletius, em Antioquia.
  • 354 Episcopado de Eudoxius, em Antioquia.
  • 357 Episcopado de Annias(a.k.a. Ammianus), em Antioquia.
  • 360 Episcopado de Eudozius, em Antioquia.
  • 370 Episcopado de Dorotheus, em Antioquia.
  • 371 Episcopado de Paulinus, em Antioquia.
  • 376 Episcopado de Vitalius, em Antioquia.
  • 384 Episcopado de Flavian, em Antioquia.
  • 404 Episcopado de Porphyrius, em Antioquia.
  • 408 Episcopado de Alexander, em Antioquia.
  • 418 Episcopado de Theodotus, em Antioquia.
  • 427 Episcopado de John, em Antioquia.
  • 443 Episcopado de Domnus II, em Antioquia.
  • 450 Episcopado de Maximus, em Antioquia.

Elevados à dignidade do Patriarcado através do Concílio Ecumênico em 451.

  • 459 Patriarca Basil, em Antioquia.
  • 459 Patriarca Acacius, em Antioquia.
  • 461 Patriarca Martyrius, em Antioquia.
  • 465 Patriarca Peter, em Antioquia.
  • 466 Patriarca Julian, em Antioquia.
  • 474 Patriarca Peter de Fuller, em Antioquia.
  • 475 Patriarca John II, em Antioquia.
  • 490 Patriarca Stephen II, em Antioquia.
  • 493 Patriarca Stephen III, em Antioquia.
  • 495 Patriarca Callandion, em Antioquia.
  • 495 Patriarca John Codonatus, em Antioquia.
  • 497 Patriarca Palladius, em Antioquia.
  • 505 Patriarca Flavian II, em Antioquia.
  • 513 Patriarca Severus, em Antioquia.
  • 518 Patriarca Pul II, em Antioquia.
  • 521 Patriarca Euphrasius, em Antioquia.
  • 526 Patriarca Ephraim, em Antioquia.
  • 546 Patriarca Domnus II, em Antioquia.
  • 561 Patriarca Anastasius da Sinaita, em Antioquia.
  • 571 Patriarca Gregorios, em Antioquia.
  • 594 Patriarca Anastasius da Sinaita, em Antioquia.
  • 599 Patriarca Anastasius II, em Antioquia.
  • 610 Patriarca Gregorios II, em Antioquia.
  • 620 Patriarca Anastasius III, em Antioquia.
  • 628 Patriarca Macedonius, em Antioquia.
  • 640 Patriarca George, em Antioquia.
  • 656 Patriarca Macarius, em Antioquia.
  • 681 Patriarca Theophanes, em Antioquia.
  • 687 Patriarca Sebastian, em Antioquia.
  • 690 Patriarca George II, em Antioquia.
  • 695 Patriarca Alexander, em Antioquia.
  • 742 Patriarca Stephen IV, em Antioquia.
  • 748 Patriarca Theophylact, em Antioquia.
  • 767 Patriarca Theodore, em Antioquia.
  • 797 Patriarca John IV, em Antioquia.
  • 810 Patriarca Job, em Antioquia.
  • 826 Patriarca Nicolaus, em Antioquia.
  • 834 Patriarca Simeon, em Antioquia.
  • 840 Patriarca Elias, em Antioquia.
  • 852 Patriarca Theodosius, em Antioquia.
  • 860 Patriarca Nicolaus, em Antioquia.
  • 879 Patriarca Migeal, em Antioquia.
  • 890 Patriarca Zacarias, em Antioquia.
  • 902 Patriarca George III, em Antioquia.
  • 917 Patriarca Job II, em Antioquia.
  • 939 Patriarca Eustratius, em Antioquia.
  • 960 Patriarca Christopher, em Antioquia.
  • 966 Patriarca Theodorus II, em Antioquia.
  • 977 Patriarca Agapius, em Antioquia.
  • 995 Patriarca John IV, em Antioquia.
  • 1000 Patriarca Nicolaus III, em Antioquia.
  • 1003 Patriarca Elias II, em Antioquia.
  • 1010 Patriarca George Lascaris, em Antioquia.
  • 1015 Patriarca Macarius de Virtuous, em Antioquia.
  • 1023 Patriarca Eleutherius, em Antioquia.
  • 1028 Patriarca Peter III, em Antioquia.
  • 1051 Patriarca John VI, em Antioquia.
  • 1062 Patriarca Aemilian, em Antioquia.
  • 1075 Patriarca Theodosius II, em Antioquia.
  • 1084 Patriarca Nicephorus, em Antioquia.
  • 1090 Patriarca John VII, em Antioquia.
  • 1155 Patriarca John IX, em Antioquia.
  • 1159 Patriarca Euthymius, em Antioquia.
  • 1164 Patriarca Macarius, em Antioquia.
  • 1166 Patriarca Athanasius, em Antioquia.
  • 1180 Patriarcas Theodosius III, em Antioquia.
  • 1182 Patriarca Elias III, em Antioquia.
  • 1184 Patriarca Christopher II, em Antioquia.
  • 1185 Patriarca Theodore IV, em Constantinopla.
  • 1199 Patriarca Joaquim, em Constantinopla.
  • 1219 Patriarca Dorotheus, em Constantinopla.
  • 1245 Patriarca Simeon II, em Constantinopla.
  • 1268 Patriarca Euthymius II, em Constantinopla.
  • 1269 Patriarca Theodosius IV, em Antioquia.
  • 1276 Patriarca Theodosius V, em Antioquia.
  • 1285 Patriarca Arsenius, em Antioquia.
  • 1293 Patriarca Dionysius, em Antioquia.
  • 1308 Patriarca Mark, em Antioquia.

O Patriarcado se transfere para Damasco, em 1342.

  • 1342 Patriarca Ignatios II, em Damasco.
  • 1386 Patriarca Pachomius, em Damasco.
  • 1393 Patriarca Nilus, em Damasco.
  • 1401 Patriarca Migeal III, em Damasco.
  • 1410 Patriarca Pachomius II, em Damasco.
  • 1411 Patriarca Joaquim II, em Damasco.
  • 1426 Patriarca Mark III, em Damasco.
  • 1436 Patriarca Dorotheus II, em Damasco.
  • 1454 Patriarca Migeal IV, em Damasco.
  • 1476 Patriarca Mark IV, em Damasco.
  • 1476 Patriarca Joaquim III, em Damasco.
  • 1483 Patriarca Gregorios III, em Damasco.
  • 1497-1523 Patriarca Dorotheus III, em Damasco.
  • 1523-1541 Patriarca Migeal V, em Damasco.
  • 1541-1543 Patriarca Dorotheus IV, em Damasco.
  • 1543-1576 Patriarca Joaquim IV(Ibn Juma) em Damasco.
  • 1577-1581 Patriarca Migeal VI(Sabbagh), em Damasco.
  • 1581-1592 Patriarca Joaquim V, em Damasco.
  • 1593-1604 Patriarca Joaquim VI, em Damasco.
  • 1604-1611 Patriarca Dorotheus V, em Damasco.
  • 1611-1619 Patriarca Athanasius III, em Damasco.
  • 1619-1631 Patriarca Ignatios III, em Damasco.
  • 1635-1636 Patriarca Euthymius III, em Damasco.
  • 1636-1648 Patriarca Euthymius IV, em Damasco.
  • 1648-1672 Patriarca Migeal III(Zaim) em Damasco.
  • 1674-1684 Patriarca Neophytos I, em Damasco.
  • 1686-1694 Patriarca Athanassius IV,(Dabbas) em Damasco.
  • 1694-1720 Patriarca Cyril III, em Damasco.
  • 1720-1724 Patriarca Athanasius IV,(Dabbas) em Damasco.

Houve a separação do grupo que hoje leva o nome de Melkita e está ligado ao Papa de Roma. Contudo, historicamente, o termo Melkita, aplica-se aos Cristãos Ortodoxos da Antioquia que mantêm a fé na Igreja Ortodoxa até os dias atuais.

Patriarcas Gregos.

  • 1724-1766 Patriarca Sylvester I, em Damasco.
  • 1766-1767 Patriarca Philemon I, em Damasco.
  • 1767-1791 Patriarca Daniel I, em Damasco.
  • 1792-1813 Patriarca Euthymius I, em Damasco.
  • 1813-1823 Patriarca Seraphim I, em Damasco.
  • 1843-1859 Patriarca Methodius I, em Damasco.
  • 1850-1885 Patriarca Hierotheos I, em Damasco.
  • 1885-1891 Patriarca Gerasimos I, em Damasco.
  • 1892-1898 Patriarca Spyridon, em Damasco.

Patriarcas Árabes.

  • 1899-1906 Patriarca Meletius II, em Damasco.
  • 1906-1928 Patriarca Gregorius IV(Haddad), em Damasco.
  • 1928-1958 Patriarca Alexander III(Tahan), em Damasco.
  • 1958-1970 Patriarca Theodosius VI(Abourjaily), em Damasco.
  • 1970-1979 Patriarca Elias IV(Muauad), em Damasco.
  • 1979-2012 Patriarca Ignatios IV(Hazim,1921-2012),em Damasco.
  • 2012- Patriarca João X (Yazigi,1955- ),em Damasco.